quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Não sou Picasso mais iniciei minha fase Rosa!

Pois é, minha gestação tem sido muito boa. A cada momento é uma nova descoberta, uma nova alegria.

Primeiro, a própria confirmação, depois a notícia da gemelaridade, e agora, o descobrimento de quem são essas pessoinhas que habitam meu ventre.

Na última ultra-sonografia descobrimos que são duas meninas.

Ainda não dá para saber se são uni ou bivitelinas, pois, mesmo tendo placentas separadas elas ainda sim, podem ter se dividido bem no início, ou seja, precisaremos aguardar as cenas dos próximos capítulos...

O mundo da maternidade e paternidade é cheio de novidades e encantos, a começar pelas proporções totalmente irreais de tamanho das roupas, quantidades de fraldas entre muitas outras coisas que só descobriremos quando elas estiverem aqui do lado de fora.

Os nomes já haviam sido escolhidos, alguns há anos, outros nem tanto.

As opções masculinas eram (e são, para quem sabe o futuro) homenagens aos avós: José Francisco, meu pai, e José Luiz. Para o segundo nome, o José é complemento, pois o avô e o bisavô paterno são Luiz.

Mas as “donas da minha cabeça” são as encantadoras Maria Luiza e Maria Helena.

Nem sei ao certo quando foi que decidi por Maria Luiza. Foi, provavelmente há quase uma década atrás, num período onde Tom Jobim era fundo musical freqüente. Dessa forma, mesmo sabendo que minha Maria Luiza dificilmente terá “cabelo amarelo e olhos cor de chuchu” não resisti ao encanto infantil da música, e desde então decidi que teria uma Maria Luiza.

Maria Helena foi escolhido agora. Precisávamos de um nome delicado e tão bonito quanto. Aos poucos fomos excluindo alguns, e quando vimos, Maria Helena já era a opção mais querida.

E, assim, na espera de nossas Marias nosso mundo aqui em casa (e familiares próximos) começa a exalar a feminilidade e delicadeza dos tons cor-de-rosa.

O momento é de alegria, organização, dedicação desde já integral a elas.

Aos poucos elas vão tomando conta da casa, seja com os cheirinhos de bebê, com as roupinhas, os móveis...

É tudo um grande sonho.

Não paro de me encantar e de admirar com o milagre da vida. A maternidade por si só já seria um acontecimento, e dessa maneira tem sido duplamente especial.

A cada exame, a cada consulta, vamos aos poucos nos conhecendo e fazendo a ligação de afeto e carinho só possível de acontecer nas famílias.

Ainda não as sinto mexer, pois deve haver muito espaço lá dentro, no entanto a barriga cresce admiravelmente a cada dia.

A maternidade, para mim tem sido uma bênção de Deus.

Agradeço sempre e faço questão de compartilhar cada descoberta.

Um abraço cor-de-rosa,

Lidi

Um comentário:

Ann Chris disse...

Lidi
Que o cor-de-rosa inunde suas vidas e seja a cor da alegria, felicidade, beleza, afeto e do amor!! bjsssssssssssss