Aqui está tudo o que consigo escrever sobre coisas, fatos e acontecimentos que me comovem a ponto de querer deixar um registro. Para saber sobre minhas produções manuais acesse minha fanpage: https://www.facebook.com/RochaDasArtes
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Maternidade
Mas é também virar torcedora incondicional.
Eu torço por tudo. Para que comam bem, que tenham saúde, que façam coco, xixi, etc, etc...
Ser mãe é perder o romantismo.
Antes o presente para o esposo era embrulhado, vinha com cartão, agora estou feliz por ter conseguido comprar, isso porque foi pela Internet e a santa da minha mãe que pagou o boleto para mim.
Ser mãe é perder todo o domínio do seu corpo da cintura para cima. Virou domínio das Marias, e por conta delas meus seios nunca ficaram tão expostos.
Ser mãe é também adorar ter um momento para respirar. Quando consigo sair só para fazer algo em menos de meia hora, é fantástico ver que o mundo continua no seu ritmo, e, quem sabe, logo farei parte dele novamente.
Adoro ver os dias passarem. Aqui em casa tem uma folhinha do Sagrado Coração de Jesus com páginas diárias, sempre as tirava com maior gosto, agora ainda bem que tem minha mãe. Ainda sobre o tempo, tenho outro mini calendário na geladeira, já tem 3 meses que só vim a tirar a folha depois do dia 3...
Mas acima de tudo isso, ser mãe é ter contato com o maior amor do mundo.
Minhas filhas são meu foco total agora, é para elas e por elas que faço tudo.
É claro que corujice não pode faltar, pois elas são muito graciosas e espertas. A cada dia é uma nova descoberta. Elas já mudaram muito desde o nascimento.
E por falar em mudança, até agora ainda não ficou muito claro para nós de casa se elas são ou não idênticas.
Maria Helena nasceu menor, e por isso era bem fácil ver as diferenças, porém agora ela está cada vez mais semelhante à Maria Luiza.
Desde que chegaram em casa Maria Helena usava brincos de estrelinha e Maria Luiza brincos de bolinha. Porém elas ganharam pulseiras do meu irmão Renato: de bolinha para Maria Helena e de pedrinhas coloridas para Maria Luiza. Agora as pulseiras já servem e imaginem, trocamos os brincos. Confesso que fiquei perdida, isso porque acreditava que sabia quem era quem independente dos brincos. Foram uns dias de fiasco, mas agora acredito que já melhorei...
Lidiane, 09/04/09
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Há um mês...
Dia 09/01/09 nasceram as minhas amadas filhas: Maria Helena e Maria Luiza.
Desde então tudo o que sabia sobre amor caiu por terra, tudo se transformou em mais e aí se multiplicou por dois, por 4, por mais, muito mais.
O amor é maior, eu as amo mais a cada minuto, através delas amo mais todos ao meu redor.
Meu amor pelo meu marido aumentou, meu amor pela minha mãe, que graças a Deus está aqui acompanhando e participando de cada fase dessa história.
Se um filho já muda tudo imagine 2!
Nunca rezei tanto, nunca fiquei com cara de boba por tanto tempo, nunca me cansei tanto, nunca fiquei tão extasiada por tanto tempo...
Sabe aquela sensação de paixão, que você se sente com as pernas meio bambas, e se encanta com tudo, absolutamente tudo o que outro faz, ou apenas por ele existir, então é isso aí, mais por duas ao mesmo tempo.
Nesse 1 mês aprendi que sozinha não sou nada, que preciso de ajuda mais que tudo.
Nesse 1 mês aprendi que amamentar é doação e entrega, mas na verdade, a realidade não é tão romântica assim, e dói, para depois dar prazer e satisfação.
Nesse 1 mês aprendi que nunca saberei nada sobre o encantamento da maternidade, afinal ele é maior que qualquer expressão em palavras.
As meninas estão saudáveis e fortes (a como choram fortes!!!) e, aos pouquinhos vão crescendo e, primeiro preenchendo as roupinhas para depois perdê-las.
E assim, com muita alegria vou deixando registrado por aqui o primeiro mesversário das minhas gêmeas.
Que Deus nos reserve muitas datas comemorativas e muitas inspirações.
Um abraço com carinho,
Lidiane, 09/02/09
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Mais um ano vai se acabando...
Este ano minha vida tomou rumos nunca antes imaginados. Por outro lado, o sonho mais desejado dos últimos anos tem sido realizado, ou melhor, gerado, em dose dupla aqui dentro meu ventre.
É difícil fazer um “balanço” de 2008, mas com certeza este é um ano amplo, intenso, sofrido, generoso, e cheio de realizações que sempre será lembrado, e por tudo isso junto.
A saudade do meu pai não passará.
O afeto e amor da família frente ao acontecido, cada um reagindo a sua maneira.
Nunca me esquecerei da grandiosidade da presença constante do meu irmão Liço naqueles piores dias de nossas vidas em Ribeirão Preto...
A generosidade de cada amigo nesse momento difícil foi uma força importante para a vida seguir seu rumo.
O carinho, a compreensão e a ajuda das pessoas no meu trabalho.
E, apesar da dor e da saudade a vida não parou e continuou.
Neste ano conseguimos realizar o sonho da casa própria.
Graças à ajuda de nossos pais (e meu pai ajudou mesmo!!!) conseguimos nos mudar, e agora definitivamente.
Praticamente junto com o apartamento veio a melhor notícia do ano que é a gestação, e depois a gemelaridade, e depois saber que são duas meninas.
É impossível quantificar, qualificar esse ano de 2008.
Só peço a Deus que continue a nos abençoando e, que em 2009 a vida continue seguindo o seu rumo, quem sabe de uma forma mais amena, com mais riso, mais vida.
Também peço a Deus que abençoe com muita saúde e alegria a cada um de vocês, meus queridos amigos. Com certeza, a amizade de vocês faz cada pedaço da vida melhor, mesmo os mais difíceis.
Desejo a todos um Feliz e Santo Natal, com gosto e cheiro de família, amor, amizade, e um 2009 com felicidade e conquistas em dobro.
Um abraço, com carinho,
Lidiane
domingo, 19 de outubro de 2008
Agora eu já sei!
Há exato um ano atrás eu estava passando por período de incerteza, sem saber ao certo o porque das coisas, mas apesar de tudo eu tinha a convicção de que nada era por acaso.
No dia 19 de outubro de 2007 eu soube o resultado do concurso da aeronáutica. Concurso esse que me fez mudar radicalmente de vida em menos de 3 meses. Por ele eu me dediquei fundo e não consegui por pouco, muito, muito pouco (para maiores detalhes ver texto Eu realmente não sei).
No entanto, além dessa sensação de que faltava algo para eu saber, também tive comigo uma certeza constante: “O Senhor é meu pastor e nada me faltará”.
E apoiada na fé e na confiança no meu Deus eu sabia que tristezas à parte, o tempo me faria entender aquela situação com olhos melhores. E assim, com ajuda do tempo, hoje, na mesma data de tanta confusão frente aos fatos do ano passado, hoje para mim é dia de muita alegria de agradecer a Deus.
Eu podia estar chateada e inconformada que meio décimo não passei no concurso, mas não, estou feliz.
Hoje tenho a certeza de que tal concurso foi um instrumento divino para que eu conseguisse feitos maiores e muito mais valiosos.
Sem tal concurso eu estaria com sobrepeso e me achando bem, porém não via que isso também era empecilho para minha fertilidade.
Vamos lá, caso tivesse conseguido a vaga tão desejada teria saído do meu trabalho em dezembro, porém neste janeiro muitas outras coisas aconteceram, e a perda do meu pai, frente a tudo isso fez com que eu ficasse um mês todo em Guariba. Conclusão: caso tivesse conseguido tal vaga, estaria sem emprego, pois o treinamento iniciou antes de eu ter voltado para casa. E vamos e venhamos, minha família está sempre à frente do meu trabalho.
E por fim, meses depois soube a feliz notícia da minha gestação, e com isso, minha vida tem mudado muito, e sempre para muito melhor.
Tem sido um mar de novidades, com detalhes, conquistas e realizações. A gestação das nossas queridas e aguardadas gêmeas trouxe um ânimo novo para toda a família. E, agora com tudo isso, eu só posso mesmo é agradecer a Deus por tamanha bondade e amor que tem para comigo. Olhando em retrospectiva, eu vejo exatamente que cada detalhe, cada entrave que houve (e há) na minha vida, são etapas de um processo maior, arquitetado por Ele para que minha vida seja cada vez mais um motivo de agradecimento e louvor.
Meu Deus, eu te agradeço por tudo o que tens feito em minha vida e te peço para guiar meu coração, para que eu seja calma e mansa e consiga ver Suas ações por detrás das minhas angústias.
Um abraço,
Lidiane, 19/10/08
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Não sou Picasso mais iniciei minha fase Rosa!
Pois é, minha gestação tem sido muito boa. A cada momento é uma nova descoberta, uma nova alegria.
Primeiro, a própria confirmação, depois a notícia da gemelaridade, e agora, o descobrimento de quem são essas pessoinhas que habitam meu ventre.
Na última ultra-sonografia descobrimos que são duas meninas.
Ainda não dá para saber se são uni ou bivitelinas, pois, mesmo tendo placentas separadas elas ainda sim, podem ter se dividido bem no início, ou seja, precisaremos aguardar as cenas dos próximos capítulos...
O mundo da maternidade e paternidade é cheio de novidades e encantos, a começar pelas proporções totalmente irreais de tamanho das roupas, quantidades de fraldas entre muitas outras coisas que só descobriremos quando elas estiverem aqui do lado de fora.
Os nomes já haviam sido escolhidos, alguns há anos, outros nem tanto.
As opções masculinas eram (e são, para quem sabe o futuro) homenagens aos avós: José Francisco, meu pai, e José Luiz. Para o segundo nome, o José é complemento, pois o avô e o bisavô paterno são Luiz.
Mas as “donas da minha cabeça” são as encantadoras Maria Luiza e Maria Helena.
Nem sei ao certo quando foi que decidi por Maria Luiza. Foi, provavelmente há quase uma década atrás, num período onde Tom Jobim era fundo musical freqüente. Dessa forma, mesmo sabendo que minha Maria Luiza dificilmente terá “cabelo amarelo e olhos cor de chuchu” não resisti ao encanto infantil da música, e desde então decidi que teria uma Maria Luiza.
Maria Helena foi escolhido agora. Precisávamos de um nome delicado e tão bonito quanto. Aos poucos fomos excluindo alguns, e quando vimos, Maria Helena já era a opção mais querida.
E, assim, na espera de nossas Marias nosso mundo aqui em casa (e familiares próximos) começa a exalar a feminilidade e delicadeza dos tons cor-de-rosa.
O momento é de alegria, organização, dedicação desde já integral a elas.
Aos poucos elas vão tomando conta da casa, seja com os cheirinhos de bebê, com as roupinhas, os móveis...
É tudo um grande sonho.
Não paro de me encantar e de admirar com o milagre da vida. A maternidade por si só já seria um acontecimento, e dessa maneira tem sido duplamente especial.
A cada exame, a cada consulta, vamos aos poucos nos conhecendo e fazendo a ligação de afeto e carinho só possível de acontecer nas famílias.
Ainda não as sinto mexer, pois deve haver muito espaço lá dentro, no entanto a barriga cresce admiravelmente a cada dia.
A maternidade, para mim tem sido uma bênção de Deus.
Agradeço sempre e faço questão de compartilhar cada descoberta.
Um abraço cor-de-rosa,
Lidi
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
MUNDOS PARALELOS
No domingo passado li uma crônica da Danuza Leão na Folha de São Paulo, na qual ela dizia o quanto era medíocre em relação a sua empregada doméstica e tudo o mais. Por exemplo, ter coragem de descontar os R$100,00 que a moça havia lhe pedido adiantado e nem se incomodar em gastar a mesma quantia (ou quem sabe até mais) em apenas um jantar japonês.
Hoje acabo de ler o texto da minha amiga Ana Cristina no blog dela , no qual ela também descreve suas insatisfações em relação a dita “Saúde Pública”. Nele ela também conta três exemplos de vida, tão simples e tão sofrida, de um povo que sofre e faz de tudo para viver.
Em meio a esses dois textos, e também ha um turbilhão de emoções que tem me feito pensar muito a respeito do meu próximo , vou tentar expor aqui algumas de minhas angústias sobre tais fatos.
Vou começar pegando carona no desabafo da Ana em relação a seu trabalho. Assim como Ana, também trabalho na Saúde Pública. Atualmente essa é minha única fonte de renda oficial, pois, como sabem sou artesão e isso é outra história.
Na verdade trabalho hoje em apenas um local, no qual vou por 5 períodos. Lá procuro fazer meu trabalho de uma forma digna, embora cada um dos pacientes que por lá passam mereçam, no mínimo o dobro, de tudo o que o local oferece. Faltam materiais, salas suficientes entre muitas outras coisas.
Todos nós sabemos das condições ruins da Saúde Pública, no entanto, em meio a tanta dificuldade em se arrumar um trabalho, a cada vez mais os concursos ficam mais e mais lotados. As concorrências são 200 por vaga, 500, e por aí vai. Mas uma coisa me intriga, e muito. Todos nós que prestamos os tais concursos lemos atentamente cada uma dos itens do edital. E, certamente damos um peso grande em relação à carga horária e ao salário. Quase sempre os salários estão muito aquém do desejado, mesmo assim lá vamos nós. E não somos os únicos. Junto com nossa “massa”, composta da turma de nível superior, vai também uma multidão de pessoas simples com nível médio e ensino fundamental.
Aí começa meu drama.
Desde que entrei neste meu trabalho atual, minha carga horária tem sido vagarosamente reduzida, e por mim mesma. No início cansei de entrar lá às 7:00 e sair às 18:00, às vezes até mais tarde. Chegava em casa acabada. E fazia isso 3 vezes na semana. Ou seja, já reduzi, no mínimo, um período do meu trabalho. Mas por quê?
Aos poucos fui vendo que, minhas colegas, que entraram na mesma seleção que eu, já não faziam os 6 períodos. E, assim fui me sentindo desestimulada, até mesmo enganada. Por que tanta diferença entre uma mesma classe?
O pior ainda está por vir.
Tudo bem, reduzi minha carga horária, estou quase igual à maioria das minhas colegas, mais agora outro ponto me preocupa.
Eu trabalho dentro de um hospital, certo?
Para ele funcionar é preciso um batalhão de trabalhadores: porteiro, atendentes, auxiliares, e muito mais.
Eu estou fazendo a minha parte, mas toda vez que chego, às 7:00 da manhã, o porteiro já está lá, e as atendentes também. Quando saio, perto de 16:00 horas eles continuam. Todo dia que passo por lá, seja a hora que for, sempre há um desses soldados anônimos no seu posto fiel. Para eles não há mordomia, não há redução de carga horária, não há vantagens.
São essas pessoas que fazem parte um mundo à parte. Recebem bem menos que nós, não têm acesso a toda a cultura que nós temos, e são eles, que quando precisam de algum atendimento, saem de madrugada, debaixo de chuva, frio, e calor e vão lá, nas nossas salas de espera aguardar pacientemente por nossos cuidados. São verdadeiros heróis.
Continuo insatisfeita com meu salário e também com as condições de trabalho, porém, nada justifica as condições de trabalho de todos os trabalhadores, principalmente os mais necessitados.
Outro ponto: o outro mundo, o real, o cruel existe e está bem mais próximo.
Desde que vim para Recife fiquei muito preocupada com as desigualdades sociais. Aqui você sai do shopping e está na favela. Ao lado do luxo, literalmente está o lixo. No entanto, eu vivo em um desses mundos, e felizmente não é o menos favorecido. Quero deixar claro que tanto em Campinas e em Guariba também há tais desigualdades, porém menos cruéis, ou menos próximas.
Nessa semana fiz minha mudança de endereço. Agora estamos morando em um apartamento bem maior (casa dos herdeiros/as), e tudo isso só foi possível com intensa ajuda de minha fiel escudeira Maria, sua filha Adriana e a ajudante de minha sogra Quitéria. Principalmente pelo fato da gravidez eu pude fazer quase nada, a não ser dar palpites e solicitar coisas, e elas prontamente ajudaram em cada detalhe. E hoje, apenas 3 dias após a grande mudança a casa até parece já estar habitada há tempos. Todos esses dias todas elas chegaram cedo, trabalharam exaustivamente. Ao final da quinta-feira havia várias coisas para elas levarem embora e meu marido foi levá-las em casa. Pela primeira vez, Popa, meu marido, foi à casa de Maria (que ele conhece desde o ventre materno), e voltou chocado como é longe.
Aí caiu um remorso gigantesco, por várias vezes ficar “chateadinha” porque a coitada, depois de pegar sei lá quantos ônibus, chega em casa perto de 9:00.
Outro fato é que, nos lugares que freqüento, fico impressionada com a quantidade de carrões que circulam. Fusca é algo raro. Gol geração I, uno, e tantos outros aparecem 1 para cada 6 corollas, tucsons, e por aí vai. Mas assim que chegou, Popa foi logo dizendo, que lá no bairro das minhas escudeiras, a situação é inversa.
Nem sei onde quero chegar com tudo isso, quero mesmo é desabafar. Quero poder deixar tudo isso para meus bebês que ainda estão na barriga e poder fazer que eles pensem que, assim como eu e você, podemos ser agentes de mudança. Procurando cumprir nosso papel de forma justa. Pagar corretamente, e no dia, esses soldados anônimos que contribuem o tempo todo para que nosso castelo esteja sempre a postos.
Para Maria, Adriana e Quitéria, meu muito obrigado, e minhas sinceras desculpas por tanta injustiça social.
P.S.: Blog da Ana:
http://anacristinaviana.blogspot.com/
domingo, 20 de julho de 2008
A escada da felicidade
Certa vez, numa das aulas de psicologia lá da faculdade, nós fizemos uma “vivência”. Enquanto a professora foi nos conduzindo disse, em certo momento, que era pra imaginarmos uma escada, entre outras coisas. Ao dizer isso, não tive dúvidas, e me lembro claramente que minha escada era imensa, na verdade eu não via o fim, ela ia até o céu e sumia entre as nuvens.
A verdade é que eu não sei o resto (adoro a frase: “Fica o que significa.” Esqueci o autor), mas depois de terminada a tal vivência veio a explicação. A escada era uma simbolização da amizade, e os degraus nossos amigos.
Teve até algumas amigas que disseram que eu estava enganada, que amigos verdadeiros são poucos e tudo mais.
Não desmereço nada desses comentários não. Sei que já me decepcionei muito, mas fazer o quê, somos todos passíveis de erros, a começar por mim.
E dessa forma, queria fazer aqui uma declaração pública de amor aos meus amigos, que graças a Deus são inúmeros, e estão todos espalhados por esse mundão de meu Deus.
Eu sou uma privilegiada, já conheci (e quero conhecer muito mais), pessoas iluminadas, abençoadas, engraçadas, fiéis, divertidas, queridas, meigas, inteligentes, corajosas, atrapalhadas, disciplinadas, esquecidas....
São tantas as qualidades e características de cada uma delas que seria um cem número de adjetivos e ainda sim, insuficientes.
Fico orgulhosa com as conquistas dos meus amigos, fico feliz com suas realizações, compartilho com cada um deles minhas tristezas e ainda muito mais minhas alegrias. E faço isso com maior carinho.
Para mim, a maior alegria é receber um e-mail com uma ou duas frases, mas que foram realmente digitadas, letra por letra, para mim. Cada vez que isso acontece, aparece um brilho maior nos meus olhos.
Os amigos me fazem ver o mundo, compreender, aceitar e dividir.
Meus amigos são minha família estendida.
Sempre que precisei de apoio recebi.
Através da Internet (Bendito seja Bill Gates), cada vez mais a distancia entre nós é menor.
E saibam todos os meus amigos, é sempre um prazer para mim, dividir cada trecho de minha vida com vocês.
Cada texto, cada fala, cada sorriso, cada momento está devidamente arquivado em um compartimento gigantesco e afetivo dentro de mim.
Amo a todos vocês.
Um abraço, e feliz dia do amigo,
Lidi, 20/07/2008.