sexta-feira, 19 de junho de 2009

Meus caminhos

Quem pode ler meu último texto viu que falei sobre patchwork.
Vou contar a vocês o meu caminho para encontrar meus retalhos.
Depois de decidir parar de vez com a fonoaudiologia e estar preocupada com todo o resto, estava em casa com minha mãe e precisávamos comprar novos bicos de mamadeiras para as Marias.
Estávamos nos organizando para irmos a uma loja de casa que tem também coisas de bebês e tecidos (nossa verdadeira necessidade no dia), mas eu estava tão jururu que não estava muito empolgada. Queria ir depois do almoço para facilitar, ir com nosso carro.
Minha mãe me incentivou a irmos de manhã mesmo e de taxi, que é até mais fácil.
E lá fomos nós.
Ao “estacionarmos” na parte dos tecidos, eu minha mãe e cada uma com seu carrinho com uma bebê, vimos uma mãe e filha (com sotaques não pernambucanos) comprando tecidos, e aí foi o dedo de Deus de novo me apontando o caminho.
Mãe e filha nada mais eram que Henriete e Priscilla, minhas novas professoras de patch. Como conversar não é problema, em minutos eu já descobri que aquele era um novo caminho a percorrer.
Resumo da ópera: fui na loja na segunda de manhã e na outra manhã de terça já estava na loja delas onde o curso acontece.
E aí um mundo de possibilidades se abriu.
Renovação de ares, novas amizades, conhecimentos, ambiente bonito e leve, tudo o que mais precisava nesse momento.
Detalhe, quando decidimos que eu ficaria “parada” profissionalmente meu marido bem que me avisou que isso não duraria por muito tempo. Na segunda mesmo falei com ele por telefone contando as novas e ele soltou um feliz “eu te disse que tu não ficaria parada por muito tempo!...”
E assim, mais uma vez posso afirmar que meus caminhos pelo mundo definitivamente não sou quem traço.
Um abraço,
Lidi

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