quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Parte II: Minha Família

“Pai e mãe, ouro de mina...”

(Djavan)

A chegada à casa dos meus pais teve a ajuda do meu irmão, Liço (Maurício), o ônibus só chega até Jaboticabal, e lá, meu irmão nos esperava.

Com a ansiedade de reencontrar a família, e as malas um pouco mais volumosas, fomos ao encontro dos meus pais e também do Nato (Renato) e da Cila (Maria Cecília), e da Rê que trabalha lá nos meus pais.

A alegria da chegada é sempre muito boa. Os abraços, ver os olhos felizes, sentir o cheiro da casa onde se morou por tanto tempo...

Só de lembrar para escrever dá saudade.

Lá na casa dos meus pais, sempre é hora de pôr a mesa. Enquanto a janta se aprontava, saladas e petiscos faziam o tempo que passou ficar bem curto, e parecia até que tínhamos saído de lá há poucos dias.

E, nesse clima de alegria, aconchego e amor de família, ficamos, eu e Popa até o dia 07 de setembro.

Mas, antes da saída, muitos outros reencontros aconteceram.

No domingo (02/09), tivemos uma comemoração antecipada do aniversário do meu pai. Neste dia pude rever meu irmão mais velho, o Tuca, e também meu sobrinho, o Vitor, juntamente com suas esposas (Giovana e Carolina), mais a noiva do Liço (Carolina) e a Gabi, enteada do meu sobrinho, e também o Fernando, enteado do Nato.

O almoço de domingo foi uma delícia, com tudo de bom, churrasco, várias delícias e muita alegria de estarmos juntos.

Família não dá para descrever, só dá para saber o que é vivendo. É um carinho, uma saudade, uma alegria, uma briga, um desentendimento, uma força grande que é maior que a tristeza e as desavenças, que nos une e nos faz querer nos reencontrar outra vez, e mais outra e sempre...

Nos dias em que estive por lá também revi vários amigos, entre eles: a Karime e sua barriguinha de 4 meses, meus padrinhos duplos (de batizado e de casamento) D. Ditinha e Seu Ditinho, ou melhor, meus “padrinhos”, minha tia Lúcia e minha prima Natália.

A vocês todos , meus queridos de Guariba e redondezas que fazem parte da minha vida, saibam que vê-los, foi e é sempre muito bom. A convivência, mesmo que pouca, é vital e essencial. Amo vocês.

E além da minha família, também tive o prazer de reencontrar amigos ao andar pelas ruas da cidade.

Lidiane

Escrito em 09/09/07

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